10 contratos de esfera municipal em Macapá/AP — a prefeitura contratou e pode renegociar. São 0,9% dos 1.083 contratos vigentes de órgãos que compram neste município, de todas as esferas. trocar de ente · comparar com outro município (opcional) →
⚖ A fila ordena por VALOR do contrato — é onde uma renegociação de poucos por cento devolve mais caixa. É indício estatístico sobre dados públicos — não acusação. Método na metodologia.
contratos vigentes do ente
10
somando R$ 178,3 mi em valor global
o método, em uma linha
contratos vigentes do PNCP · itens comparados com a mediana nacional do MESMO código (24 meses, mínimo 8 amostras) · sanções CEIS/CNEP do dia. Indício, nunca acusação.
Filtro de esfera ativo: a fila mostra só órgãos municipais que compram no ente. É este o recorte que o LAUDO municipal usa quando fala do que a prefeitura pode cortar.
histórico do ente — contratos por ano de início
Ano
Contratos iniciados
Valor global somado
2026gestão 2025–2028
852
R$ 6 bi
2025gestão 2025–2028
973
R$ 5,6 bi
2024← gestão anterior
805
R$ 962,2 mi
2023
546
R$ 333,6 mi
2022
157
R$ 7,3 mi
2021
44
R$ 460,1 mil
composição do VIGENTE por esfera: federal: 570 (R$ 9,7 bi) · estadual: 486 (R$ 1,3 bi) · municipal: 10 (R$ 178,3 mi) · consórcio ou entidade sem esfera declarada: 13 (R$ 15,4 mi) · distrital: 4 (R$ 130,7 mil) — esta composição é do TERRITÓRIO inteiro, sempre; a lista acima obedece ao recorte escolhido. Capital concentra órgão estadual e federal.
a fila de corte
Os 10 maiores contratos, um a um.
Comece pelo 1º e desça: cada linha abre a análise completa — o contrato inteiro, os itens contra a referência nacional e o parecer de IA.
Fontes: contratos e itens do PNCP · sanções CEIS/CNEP (Portal da Transparência) · referência de preço = mediana nacional do mesmo código de catálogo. Método aberto em /metodologia.
itens pagos acima da referência · todo o município
Diferente da fila acima, este número é do território inteiro: inclui órgãos federais e estaduais que compram neste município — normalmente a maior parte do valor — e sobre eles a prefeitura não decide. O órgão comprador está no certame de cada linha.
A referência é a mediana nacional do mesmo item — cerca de metade das compras fica acima dela por definição. O sinal está no tamanho da diferença, não na contagem.