para prefeituras, estados e União · dado oficial (PNCP + Tesouro)

R$ 1,95 triem compras públicas sob análise. Cada real acima do necessário — em R$, com o registro-fonte anexado.

O AiLicita lê as compras públicas do Brasil e mostra, em reais, onde o seu ente paga acima do que os pares pagam pelo mesmo item. Método aberto, fonte em cada linha, indício estatístico — nunca acusação.

  • 5.453 de 5.571 municípios
  • 3.886.176 contratações desde 2021
  • 37.391.004 itens de compra — 90% das contratações detalhadas

role para ver como medimos ↓

o universo medido

5.453 municípios compram todo dia.

Cada compra pública do país passa pelo PNCP desde 2021 — e fica lá, aberta, em formato que ninguém lê. O AiLicita varre essa base toda semana e a organiza por item, órgão e preço.

3.886.176
contratações lidas
19.225
órgãos compradores
5.453
municípios na base

cobertura declarada, fonte por fonte →

o que a medição encontra

O mesmo item, preços diferentes. A diferença tem tamanho.

R$ 33,1 bi
R$ 33.129.001.242,46
pagos acima da mediana do mesmo item (24 meses)
método e painel →
R$ 181,3 bi
R$ 181.295.890.706,00
despesa acima da mediana dos municípios pares (2025)
método e painel →
R$ 1,8 mi
R$ 1.849.916,69
medicamento acima do teto legal (rol CAP, 2024+)
método e painel →

Recortes diferentes medem coisas diferentes: estes números não se somam. Cada um sai com a própria régua de cálculo — é o que faz o número resistir a auditoria.

5.520 laudos prontos

O laudo de corte da sua cidade já está pronto.

Não é relatório que se encomenda e espera. Onde a sua cidade gasta acima do que cidades parecidas gastam, o que parar ou renegociar — com o motivo em linguagem de gente — e um plano de 20 passos para começar esta semana. Sem cobertura suficiente, a página diz isso: não preenche com estimativa.

5.520 laudos prontos

O laudo de corte da sua cidade.

vai abrir: o laudo de corte deste município

por que este número resiste a auditoria

Programas de corte caem quando o número não se defende. O nosso é desenhado para ser conferido.

Estudamos os programas de corte de gasto de 11 países antes de escrever uma linha de código. O padrão é claro — e cada lição virou regra dentro da plataforma:

o modelo que sobreviveu

O GAO, órgão de auditoria do Congresso americano, acumula US$ 774,3 bilhões em benefícios financeiros desde 2011 — atribuídos item a item a 2.049 recomendações rastreadas publicamente.

relatório chato, rastreável, vivo há 16 anos. → por isso cada número nosso carrega o registro-fonte.

o espetáculo que caiu

O DOGE americano alegou US$ 215 bilhões de economia — autodeclarados, nunca auditados. Apurações independentes mostraram que ~⅔ vinham do valor-teto de contratos, não de gasto real; o site saiu do ar levando o detalhamento.

→ por isso valor-teto e valor pago são campos distintos aqui, e a soma deles é proibida no nosso modelo de dados.

a lição do auditor britânico

O NAO, auditor externo do Reino Unido, examinou 14 categorias de economia declarada pelo governo — e reprovou 5 por evidência fraca: misturavam corte real, planos de cortar e custo empurrado para terceiros.

→ por isso não publicamos "economia total": cada medição sai separada, com a régua de cálculo ao lado — e recortes sobrepostos nunca se somam.

3.886.176 contratações · 5.453 municípios · 19.225 órgãos — fontes oficiais, cobertura declarada em /cobertura

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