O próximo salto da gestão pública
começa com inteligência.
Transforme compras, contratos e despesas em prioridades claras. Decida com evidências que você pode verificar.
O governo já publica milhões de compras. O desafio é transformar esse volume em decisão. O AiLicita conecta os dados, compara preços e organiza o que merece atenção — com origem, método e evidência verificável. Da primeira análise ao documento que sustenta a decisão, sua gestão ganha clareza para agir.
Diagnóstico privado por ofício · contrato de R$ 39.900/ano por unidade gestora · dado público, zero integração · por que o caminho não tem atalho →
A lei obriga o preço certo. O volume esconde o preço acima da referência.
A Lei 14.133/2021 (art. 23) exige pesquisa de preços antes de contratar. Feita à mão — colhendo orçamento por orçamento — consome dias, e ainda sai frágil perante o controle, que pode devolver o processo.
São milhares de compras por mês. Olhar uma a uma é inviável, e o preço acima da referência, o fracionamento e o vínculo entre fornecedores se escondem exatamente na escala. O controle enxerga o caso isolado, não o padrão.
O que já está medido, agora
Cada número abaixo sai da mesma consulta que alimenta a tela do produto — clique e confira. São famílias de medição diferentes e não se somam: dívida ativa, aditivo e contrato vencendo respondem perguntas distintas, e um total único seria maior e mentiroso.
Contratos vencendo em 12 meses
R$ 1,2 tri
volume sob gestão — não é desperdício
4.382 municípios · 884.487 contratos
Agenda de 90/60/30 dias: cada vencimento é uma janela legal para renegociar antes de prorrogar no automático.
Ver na plataforma →Emendas PIX rastreadas
R$ 36,9 bi
economia possível
5.508 de 5.571 municípios · 57.827 planos
Dossiê por ente mostrando o repasse recebido e o que foi contratado com ele — o cruzamento que o TCU cobrou.
Ver na plataforma →Fornecedor com dívida ativa e contrato vigente
R$ 297,4 bi
risco de habilitação
16.175 fornecedores · foto jun/2026
Checklist de habilitação: a regularidade fiscal é exigência legal, não opinião — e a dívida está pública na PGFN.
Ver na plataforma →Contratos que engordaram acima do licitado
R$ 19,5 bi
economia possível
23.570 sinalizados de 560.504 elegíveis · 4.230 órgãos
Revisão dos aditivos que passaram do limite legal de 25%, com o caso e o valor de origem lado a lado.
Ver na plataforma →
Números da data de hoje: as bases são recoletadas continuamente e o valor muda quando a coleta enche. O método traz a query de cada um, e o status das fontes mostra o que foi atualizado e quando.
Preços 14.133 para comprar. Sentinela para fiscalizar.
O mesmo dado que instrui a compra dentro da lei é o que expõe o preço acima da referência na compra alheia.
Preços 14.133
A lei obriga pesquisa de preços antes de contratar. Montar à mão, colhendo orçamento por orçamento, trava o processo e ainda fica frágil perante o controle.
- Mediana, p25/p75 e nº de amostras por item (CATMAT/CATSER), UF e período
- Fonte oficial e data de captura em cada preço — cesta de referência auditável
- Relatório pronto para instruir o processo, com hash SHA-256 verificável
Sentinela
No volume de milhares de compras, o preço acima da referência e o vínculo entre fornecedores ficam escondidos na planilha. O controle não tem como olhar tudo à mão.
- Preço acima da referência por z-robusto e IQR sobre a base nacional
- Scorecard de red-flags por certame + grafo de vínculos entre empresas
- Todo sinal rastreável até a fonte — indício estatístico, nunca acusação
Todos vendem a ferramenta de rodar o pregão. Só o AiLicita entrega o resultado dele.
As plataformas de pregão eletrônico (Licitar Digital, Portal de Compras Públicas, as bolsas BNC e BLL, Licitanet) são o ambiente onde a disputa acontece — algo que o ente já é obrigado por lei a fazer. Elas se anunciam "gratuitas para o governo" e cobram uma taxa do fornecedor vencedor (Licitar Digital: R$ 1.197/ano ou R$ 138,90 por processo; Portal de Compras Públicas: R$ 129 a R$ 1.650). Essa taxa volta embutida na planilha de custo do contrato — o município paga, só que indireto. Já a Effecti e a ConLicitação são ferramentas do fornecedor: o ente nem é cliente delas.
O TCE-PR já decidiu (caso Ponta Grossa) que mesmo a plataforma "gratuita" exige licitação prévia: a taxa cobrada do licitante é "pagamento municipal indireto" e a relação com o ente é contratual, não convênio. Ou seja, o "grátis" chega com custo embutido no preço e ainda pede processo de contratação.
| Plataformas de pregão | Boletins / IA de fornecedor | AiLicita | |
|---|---|---|---|
| O que entregam ao ente | O ambiente de disputa (rodar o pregão) | Nada — o ente nem é cliente | Inteligência de compra + controle |
| Custo real para o ente | Taxa do fornecedor embutida no contrato | — | SaaS por resultado (economia mensurável na base) |
| Pesquisa de preços 14.133 defensável | Banco de preços básico (alguns) | — | ✓ |
| Preço acima da referência (método à mostra) | — | — | ✓ |
| Red-flags de integridade / vínculos por certame | — | — | ✓ |
| Economia mensurável em R$ (vs. pares) | — | — | ✓ |
| Cobre qualquer plataforma que o ente usa | É a própria plataforma | Só monitora | ✓ |
O AiLicita não disputa esse mercado — ele fica por cima dele. Não substituímos o seu pregão: somos a camada de inteligência e controle sobre qualquer plataforma que o ente já usa (ComprasNet, PNCP, ou as privadas). O pregão é obrigação; economia mensurável, defesa perante o TCE/MP e detecção de red-flags de integridade são resultado — e poucas ferramentas entregam essa camada integrada ao ente.
Pesquisa de preços pronta — e que aguenta o controle.
O relatório sai da base nacional de compras homologadas, não de três orçamentos por e-mail.
Mediana como referência, p25/p75 como banda e o nº de amostras à vista — a dispersão do mercado fica explícita, não escondida numa média.
Cada valor aponta a contratação pública de origem e a data de captura. A defesa do preço vira consulta, não achismo.
O relatório fecha com um selo verificável em /verificar — o que foi juntado ao processo é exatamente o que se confere depois.
O valor que destoa do mercado — com o método à mostra.
Outliers por z-robusto e IQR sobre a base nacional. E, para medicamento, o teto legal: o PMVG da CMED (Lei 10.742/2003), aplicável ao rol CAP.
Red-flags por certame e por órgão — no padrão internacional.
Sinais objetivos e reproduzíveis (linha do Corruption Risk Index, padrão DIGIWHIST), em dois níveis marcados em cada cartão: por certame, cada licitação recebe um scorecard; por órgão (Benford, fracionamento, concentração), o teste é de distribuição sobre o conjunto de compras do ente. Sinal aceso não é culpa — é o que merece o olhar humano.
Certame com um só licitante (single-bid) — o indicador mais forte de baixa competição no padrão internacional.
Homologação muito próxima do valor estimado do edital, com folga estatística suspeita.
Contratações repetidas logo abaixo do limite de dispensa — fracionamento aparente.
Tempo entre publicação e sessão abaixo do usual, restringindo quem consegue disputar.
Distribuição dos primeiros dígitos dos valores destoa do esperado — sinal clássico de manipulação.
Um mesmo CNPJ vence uma fatia anômala das compras de um órgão ou categoria.
Quem está ligado a quem — sem apontar pessoa física.
O grafo cruza vínculos societários e de endereço para revelar empresas ligadas que disputam a mesma licitação — o padrão que uma planilha nunca mostra.
Empresas que compartilham sócio ou sede e concorrem no mesmo certame — a competição aparente que pode não ser real.
Padrões de alternância em que os mesmos CNPJs se revezam nas vitórias de um órgão ao longo do tempo.
Sinais de empresa-fachada e de reabertura sob novo CNPJ após punição — detectados por padrão, não por denúncia.
LGPD por construção: o vínculo é exibido de forma anonimizada — pessoa física nunca é identificada.ver o grafo de vínculos →
Economia que dá para medir — comparada aos pares.
Não é promessa de percentual. É o que a base nacional já apura sobre compras reais.
No piloto, esse recorte é feito para o SEU ente — a economia potencial da sua própria carteira de compras.
Feito para resistir à auditoria — e ao contraditório.
A plataforma aponta o que merece olhar humano. Nenhum sinal afirma culpa — cada um é estatístico e rastreável à fonte primária.
De cada número exibido volta-se ao registro público de origem: contratação, item, valor e data. Nada nasce dentro da caixa-preta.
z-robusto, IQR, mediana e o cálculo de cada red-flag ficam à mostra em /metodologia. O órgão contestante audita o critério, não só o resultado.
Relatório de preços e dossiê forense carregam hash SHA-256 conferível em /verificar — a evidência não pode ser adulterada sem quebrar o selo.
Zero custo de dado. É o dado que já é do Estado.
Nada para integrar, nada para digitar. Tudo o que a plataforma organiza já é público por força de lei — LAI (Lei 12.527/2011) e Lei 14.133/2021 — vindo do PNCP, do Compras.gov.br e do Portal da Transparência, com coleta contínua, 24 horas por dia. O AiLicita não cria dado novo: organiza, calcula e prova o que o Estado já publica.
ver o status da coleta → — a prova de que o dado é fresco.
LGPD por construção — só pessoa jurídica exposta.
Painéis e relatórios expõem CNPJ e razão social — informação pública de fornecedor. Pessoa física não aparece.
Quando um vínculo entre fornecedores decorre de vínculo entre pessoas, ele é exibido de forma anonimizada — o padrão fica visível, a pessoa não.
O tratamento se apoia em dado já público e em finalidade de controle e transparência — não em dado pessoal sensível.
Contratar não deveria ser mais difícil que a compra.
Contrato anual de R$ 39.900/ano por unidade gestora, por empenho ou boleto, sem remuneração variável. Nós fornecemos os documentos de instrução; o enquadramento legal é decisão do órgão com sua assessoria jurídica.
Começa pelo diagnóstico do seu órgão, do seu jurisdicionado ou da sua próxima compra, entregue por termo — evidência de adequação antes de qualquer empenho.
Contrato anual de R$ 39.900/ano por unidade gestora cabe, em regra, na dispensa da Lei 14.133 — o enquadramento é decisão do órgão com sua assessoria jurídica.
Pagamento por empenho ou boleto, reajuste anual por IPCA. Sem surpresa na renovação, sem lock-in de dado.
Termo de referência modelo, proposta com NF e justificativa de preço com precedentes públicos — tudo que a instrução processual pede.
A prova não é depoimento. É a base inteira.
O produto está em pré-lançamento — em vez de nome de cliente, a prova é a cobertura da base nacional e o que os painéis já revelam sobre dado público real.
O que o setor de compras e o controle perguntam.
A pesquisa de preços do AiLicita atende à Lei 14.133?
A plataforma calcula mediana, p25/p75 e nº de amostras por item (CATMAT/CATSER), UF e período, a partir de compras públicas homologadas, com fonte e data em cada preço — os parâmetros que a Lei 14.133/2021 e a IN SEGES 65/2021 pedem. A validação do relatório no processo é sempre do agente competente.
O indício de preço acima da referência é acusação?
Não. Todo sinal — outlier por z-robusto/IQR, red-flag por certame, vínculo entre fornecedores — é indício estatístico rastreável até a fonte. A decisão de investigar é sempre do agente público ou do órgão de controle.
De onde vêm os dados? Precisamos integrar algum sistema?
Nada para integrar. Os dados são públicos por força da LAI (Lei 12.527/2011) e da Lei 14.133/2021 — vêm do PNCP, Compras.gov.br e Portal da Transparência, atualizados continuamente. A base nacional já está pronta.
E a LGPD?
Só pessoa jurídica é exposta. Vínculos entre fornecedores (sócio, endereço) aparecem anonimizados; pessoa física não é identificada. Dado pessoal nunca compõe painel ou relatório.
Já usamos uma plataforma de pregão “gratuita”. Por que precisamos do AiLicita?
São coisas diferentes, e uma não substitui a outra. A plataforma de pregão é o ambiente onde a disputa acontece — e o “gratuita” costuma cobrar uma taxa do fornecedor vencedor, que volta embutida no preço do contrato. O TCE-PR, no caso Ponta Grossa, já classificou essa taxa como pagamento municipal indireto e exigiu licitação prévia mesmo da plataforma “gratuita”. O AiLicita não roda o pregão: ele diz se o preço que o órgão vai pagar está certo (pesquisa de preços 14.133) e defende o processo perante o controle (preço acima da referência, red-flags, vínculos entre fornecedores). É a camada de inteligência por cima de qualquer plataforma que o órgão já usa — economia e defesa jurídica, não mais um sistema de disputa.
Como o nosso órgão contrata?
Por dispensa (art. 75 da Lei 14.133) ou inexigibilidade, com empenho ou boleto — o contrato anual é de R$ 39.900/ano por unidade gestora, sem remuneração variável. O kit de contratação direta traz a documentação para instruir o processo; o enquadramento é decisão do órgão com sua assessoria jurídica.
Vocês têm casos de órgãos que já usam?
O produto está em pré-lançamento e não usamos nome de cliente como vitrine. A prova é a cobertura da base nacional e o que os painéis já revelam sobre dado público real — explore antes de falar com a gente, e peça por ofício o diagnóstico privado do seu órgão.
Comece pelo diagnóstico do seu órgão — por ofício.
Mostramos, com o seu jurisdicionado ou a sua próxima compra, o que a base nacional revela. O diagnóstico é entregue ao próprio ente, por termo; preço e escopo do contrato, na conversa.
Fale com um especialista em ailicita.com/governo/contato · diagnóstico privado por ofício.
Dados públicos por força de lei (LAI · 14.133/2021 · Portal da Transparência). Indício estatístico, nunca acusação — metodologia.