⚖ A fila ordena por VALOR do contrato — é onde uma renegociação de poucos por cento devolve mais caixa. É indício estatístico sobre dados públicos — não acusação. Método na metodologia.
contratos vigentes do ente
11
somando R$ 3,7 mi em valor global
o método, em uma linha
contratos vigentes do PNCP · itens comparados com a mediana nacional do MESMO código (24 meses, mínimo 8 amostras) · sanções CEIS/CNEP do dia. Indício, nunca acusação.
composição do VIGENTE por esfera: estadual: 11 (R$ 3,7 mi) — esta composição é do TERRITÓRIO inteiro, sempre; a lista acima obedece ao recorte escolhido. Capital concentra órgão estadual e federal.
a fila de corte
Os 11 maiores contratos, um a um.
Comece pelo 1º e desça: cada linha abre a análise completa — o contrato inteiro, os itens contra a referência nacional e o parecer de IA.
Sanção é situação do dia, reproduzida do Portal da Transparência (CGU) — confira na fonte antes de qualquer decisão. A existência de registro em CEIS/CNEP não invalida automaticamente o contrato deste ente: parte das sanções tem efeito restrito ao órgão que a aplicou.
Fontes: contratos e itens do PNCP · sanções CEIS/CNEP (Portal da Transparência) · referência de preço = mediana nacional do mesmo código de catálogo. Método aberto em /metodologia.
itens pagos acima da referência · todo o município
Diferente da fila acima, este número é do território inteiro: inclui órgãos federais e estaduais que compram neste município — normalmente a maior parte do valor — e sobre eles a prefeitura não decide. O órgão comprador está no certame de cada linha.
A referência é a mediana nacional do mesmo item — cerca de metade das compras fica acima dela por definição. O sinal está no tamanho da diferença, não na contagem.
renegociável agora · item acima da referência em contrato vigente
2 compras do ente saíram acima da referência — e o contrato ainda está vigente.
Preço acima da mediana nacional do mesmo código de catálogo é indício de sobrepreço, nunca acusação — urgência, especificação e logística explicam parte das diferenças. O que este recorte acrescenta: aqui o contrato ainda está vigente — e em 2 casos ele está no CNPJ do mesmo fornecedor do item apontado. A conversa de renegociação pode começar hoje; a decisão é sempre do ente.
casos em contrato vigente
2
em 2 contratos · 2 com o mesmo fornecedor
diferença vs referência
R$ 28,8 mil
soma com teto de R$ 1 mi por linha — quantidade do PNCP tem lixo de digitação e a soma sem teto seria indefensável
a régua do êxito (antes × depois)
Se a renegociação sair, a economia auditada é o que se pagava ANTES menos o que se passa a pagar DEPOIS pelo MESMO objeto, medida na troca — nunca projetada. "Pago" e "referência" abaixo são o antes e o alvo da conversa — não um resultado prometido.
Régua: mediana nacional do MESMO código de catálogo (24 meses, mínimo 8 amostras), detector z-robusto + IQR + razão. O detector cobre só itens com código de catálogo (~0,13% dos itens do PNCP): este número é piso, não teto. Linhas com razão acima de 100× ficam fora desta lista (provável erro de digitação ou unidade trocada na fonte) e entram no total apenas com o teto por linha. Método completo em /metodologia. Indício, nunca acusação — a seção só afirma o que mediu.